quarta-feira, 26 de maio de 2010
Continuaremos
A campanha de sensibilização, embora balizada no tempo, continuará nesta escola, porque a sua importância motivou alunos e professores. Deste modo, as actualizações ao blog serão feitas ocasionalmente e quando for pertinente. A campanha continua e há um paradigma social relativo ao afectos e à igualdade que queremos ajudar a modificar, para que, de futuro, Homem e Mulher possam viver em igualdade e com respeito um pelo outro.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Nova actuação do Teatro Fórum
Repetimos, hoje, para os alunos da EB1 do Correios e para os alunos da EB 2/3 a nossa dramatização que demonstra o quotidiano de alguns casais e que requer a intervenção do público, ou seja é uma peça que impele à interactividade entre actores e plateia. Obtivemos resultados importantes e opiniões bastante fundamentadas, que serão importantes na finalização do nosso projecto.
Em breve, enviaremos todos os produtos e acções que resultaram da nossa campanha de sensibilização para o concurso "Pensar os Afectos/Viver em Igualdade". Estamos ansiosos por repartir os resultados a que chegamos.
Em breve, enviaremos todos os produtos e acções que resultaram da nossa campanha de sensibilização para o concurso "Pensar os Afectos/Viver em Igualdade". Estamos ansiosos por repartir os resultados a que chegamos.
domingo, 23 de maio de 2010
Teatro Fórum

Decorreu no dia 22 de Maio, da parte da manhã, integrado no projecto "Agarra o teu futuro, já" do Agrupamento Vertical de Escolas do Viso e da Junta de Freguesia de Ramalde, o Teatro Fórum, concebido e executado pelos alunos do 4º ano da Escola EB1/JI do Viso, cujas cenas se centravam no quotidiano de muitos casais. Este Teatro Fórum resultou num vídeo que integrará um conjunto de outros produtos e acções que a Escola EB1/JI do Viso apresentou na campanha de sensibilização Pensar os Afectos/Viver em Igualdade.
No próximo dia 24 de Maio, o mesmo Teatro Fórum será apresentado aos alunos da Escola do Correios e aos alunos da EB 2/3 do Viso.
Contamos com a vossa presença.
No próximo dia 24 de Maio, o mesmo Teatro Fórum será apresentado aos alunos da Escola do Correios e aos alunos da EB 2/3 do Viso.
Contamos com a vossa presença.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Não se cale!

Também existe violência doméstica direccionada para os homens, só que estes, contrariamente às mulheres, que, mesmo em situação de ameaça ou chantagem, denunciam a situação que estão a viver, temem as hipotéticas "represálias" que a sociedade imprime sob o homem tido como frágil. O género masculino é visto como sendo detentor de maior força física. É uma concepção social que desde muito cedo se transmite às crianças (foi uma das ideias mais defendidas pelos nossos alunos na discussão focalizada) e, por este motivo, a um homem admitir que é violentado pela mulher ultrapassa largamente o seu domínio pessoal, porque ele teme, não só a desconstrução do conceito que tem sobre si enquanto pessoa, mas a imagem que vão rotular-lhe ao admitir o facto supracitado. É neste campo que se afigura premente a mudança de paradigma. Os homens, assim como as mulheres, são vítimas de violência doméstica e quanto a isso não há diferentes construções sociais ou imagens mentais colectivas, uma vez que são-no indefectivelmente. Não seja uma vítima silenciosa. Denuncie.
terça-feira, 18 de maio de 2010
Trabalhos
Hoje terá lugar no nosso estabelecimento de ensino uma discussão focalizada com os 4ºs anos sobre relações na intimidade. Essa reunião será filmada para, posteriormente, fazer parte dos produtos e acções da campanha de sensibilização que esta escola está a promover. Ainda hoje iniciar-se-ão os ensaios para o teatro fórum, que decorrerá sábado, dia 22 de Maio, e segunda, dia 24, na EB 2/3. Foram seleccionadas 3 cenas representativas do quotidiano íntimo dos casais, que os alunos representarão, e a assistência será convidada a participar. Uma actividade a não perder.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Desdobrável e Cartaz
sábado, 15 de maio de 2010
Paridade uma Utopia?
A paridade e a partilha são os elos fundamentais de uma relação afectuosa, que, contrariamente ao que se possa pensar, não se cinge a viver de carícias e afectos. Existem elementos vagamente distantes que fundem os espíritos numa convivência sadia e inquebrável. Homens ou mulheres, todos nós merecemos viver de um equilíbrio harmonioso que funde afectos com igualdade. A meta a atingir no futuro é essa e dessa meta outras surgirão para serem ultrapassadas e quebradas, até ao dia em que os Homens/Mulheres conviverão serenamente e ternamente no idílico duma utopia.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
SMS/EMAIL de Sensibilização
Hoje a EB1/JI do Viso deu um novo passo na campanha de sensibilização que abraçou denominada Pensar os Afectos/Viver em Igualdade. Foram enviados sms e emails à comunidade educativa do Viso com curiosidades relacionadas com violência doméstica, segundo fonte da APAV.
Então as sms/email enviados foram os seguintes:
Sabia que:
1 - No ano de 2009 a APAV, Associação de Apoio à Vítima, registou 6.682vítimas de violência doméstica?
2 - 88% das vítimas são do sexo feminino?
3 - O local escolhido para a prática de crimes de violência doméstica foi a residência comum?
4 - 705 homens foram vítimas de violência doméstica em 2009?
5 - A maior parte dos crimes de violência doméstica ocorrem na faixa etária dos 26 aos 45 anis?
Esperamos, com esta atitude, despertar nas pessoas a atenção para o flagelo que é a violência doméstica, no sentido de que estas possam ser actores activos na prevenção deste tipo de comportamentos.
sábado, 8 de maio de 2010
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Namoro Violento
Estudos recentes realizados em Portugal revelam que a violência nas relações afectivas é cada vez mais precoce. Um em casa quatro jovens em Portugal já foi vítima de violência no namoro.
Em geral, vítimas e agressores não percebem que a violência não é "aceitável". Muitos jovens "toleram" e chegam a "desculpabilizar" a violência: "Só fez aquilo porque estava descontrolado, perdeu a cabeça" ou "tem medo de a/o perder". São afirmações recorrentes. A violência sexual no namoro também nem sempre é reconhecida como tal.
Numa relação saudável nenhum dos dois manda no outro e ambos mostram afecto, respeito e apoio mútuo. É normal que entre o casal de namorados surjam alguns conflitos, mas é importante diferenciá-los das situações de violência. Os conflitos surgem em diversas ocasiões e resolvem-se através do diálogo e da procura conjunta de soluções. Não há que temer os conflitos, pois eles ajudam a construir uma relação saudável a dois.
É por isso importante distinguir um conflito de uma situação de violência, uma vez que esta tende a ocorrer de forma repetida e agravar-se com o passar do tempo. Numa situação de violência, um dos membros do casal tenta exercer poder e controlo sobre o outro, não respeitando as suas ideias e opiniões.
Ao princípio, quando ele/ela apresenta um comportamento violento, pensas que teve "um dia", que tem problemas com os pais ou na escola...mas que continua a gostar de ti, apesar de te tratar mal! Estes problemas costumam prolongar-se indefinidamente e piorar com o tempo. Deves manter-te alerta!
Muitas vezes aceitamos estar em relações violentas (e também toleramos que elas ocorram entre outros casais de namorados!), porque acreditamos em certas "crenças e mitos" que, condicionam os nossos comportamentos e escolhas, apesar de NÃO CORRESPONDEREM À REALIDADE.
Em geral, vítimas e agressores não percebem que a violência não é "aceitável". Muitos jovens "toleram" e chegam a "desculpabilizar" a violência: "Só fez aquilo porque estava descontrolado, perdeu a cabeça" ou "tem medo de a/o perder". São afirmações recorrentes. A violência sexual no namoro também nem sempre é reconhecida como tal.
Numa relação saudável nenhum dos dois manda no outro e ambos mostram afecto, respeito e apoio mútuo. É normal que entre o casal de namorados surjam alguns conflitos, mas é importante diferenciá-los das situações de violência. Os conflitos surgem em diversas ocasiões e resolvem-se através do diálogo e da procura conjunta de soluções. Não há que temer os conflitos, pois eles ajudam a construir uma relação saudável a dois.
É por isso importante distinguir um conflito de uma situação de violência, uma vez que esta tende a ocorrer de forma repetida e agravar-se com o passar do tempo. Numa situação de violência, um dos membros do casal tenta exercer poder e controlo sobre o outro, não respeitando as suas ideias e opiniões.
Ao princípio, quando ele/ela apresenta um comportamento violento, pensas que teve "um dia", que tem problemas com os pais ou na escola...mas que continua a gostar de ti, apesar de te tratar mal! Estes problemas costumam prolongar-se indefinidamente e piorar com o tempo. Deves manter-te alerta!
Muitas vezes aceitamos estar em relações violentas (e também toleramos que elas ocorram entre outros casais de namorados!), porque acreditamos em certas "crenças e mitos" que, condicionam os nossos comportamentos e escolhas, apesar de NÃO CORRESPONDEREM À REALIDADE.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
Quando o silêncio e o medo são os pilares que sutentam aquilo que julgamos ser um amor perfeito.
E quando olhamos para aquele casal e pensamos "mas que bela relação. É mesmo o amor perfeito", e por detrás da fachada vive oculta, alimentando-se do medo e do silêncio, um relação doente que de perfeito pouco ou nada tem. Por isso pedimos a quem viver numa situação dessas que dê o grito de independência que abre a porta para a liberdade que todos almejamos. Pense nisso. Partilhe connosco a sua opinião.Pensar os Afectos Viver em Igualdade
Como meio privilegiado de socialização, a escola tem como missão promover a igualdade de oportunidades e educar para os valores do pluralismo e da igualdade entre homens e mulheres, e contribuir para o desenvolvimento de relações afectivas gratificantes e equilibradas. A eliminação da discriminação em função do género e, consequnetemente, de relações de intimidade marcadas pela desigualdade e pela violência, constitui uma parte essencial da educação para os direitos humanos, para o respeito pelos direitos e liberdades individuais na perspectiva da contrução de uma cidadania para todos e todas.
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A nossa participação no Concurso "Pensar os Afectos/Viver em Igualdade" pretende servir de mote a práticas que promovem o combate a situações de violência nas relacões interpessoais, nomeadamente as de intimidade, a todos os níveis, promovendo a igualdade entre homens e mulheres, e estamos, deste modo, associados à Campanha Nacional Contra a Violência Doméstica que, anualmente, incide sobre aspectos específicos desta problemática.
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